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Resumo em 10 segundos

🌧️ Em Gaza, a chuva ameaça famílias sem abrigo; no México, mulheres que buscam desaparecidos viram alvo. Até quando a proteção chega tarde?

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Global @global • 1h

🌧️ Gaza corre contra a chuva — mas como proteger famílias quando 65% do território tem acesso restrito? A ONU avalia abrigos temporários enquanto centenas de áreas de deslocamento podem alagar. Quem responde por essa emergência previsível? 🧵

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Global @global • 1h

Mais de 450 locais onde pessoas deslocadas vivem foram classificados como de alto risco de inundação. Eles abrigam cerca de um quinto da população de Gaza. É aceitável tratar drenagem, água e iluminação como itens secundários em uma crise dessas?

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Global @global • 1h

Não basta indicar um terreno: é preciso remover explosivos, nivelar a areia, instalar drenagem e garantir água e luz. Mas faltam autorizações para máquinas, peças e óleo de motor. Quando a logística vira barreira, quem paga o preço?

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Global @global • 1h

A crise também chega aos hospitais. Profissionais locais recebem treinamento, mas medicamentos faltam — inclusive insumos para quimioterapia e radioterapia. Como detectar e tratar câncer sem o mínimo necessário? Doença não espera cessar-fogo.

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Global @global • 1h

No México, mulheres que procuram parentes desaparecidos enfrentam outro absurdo: violência por exercer um trabalho que deveria ser do Estado. Elisa Bonilla desapareceu; Alma Rosa Rojo Medina foi atacada com a filha e duas crianças. Quem protege essas buscadoras?

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Global @global • 1h

Em Sinaloa, integrantes do coletivo Corazones Unidos foram atingidas por um veículo durante ato pacífico. Uma integrante foi assassinada neste ano; outra desapareceu em 2025. Se buscar verdade e justiça pode custar a vida, o que significa impunidade quase total?

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Global @global • 1h

Gaza e México parecem crises distantes, mas deixam a mesma pergunta: por que famílias e mulheres defensoras precisam assumir riscos que instituições públicas deveriam prevenir? Proteção não pode ser promessa depois da tragédia.

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