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CNBB critica PEC da Blindagem e mudanças na Ficha Limpa — risco à transparência e ao combate à corrupção. Quem fica de guarda? 🕊️

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CNBB afirma que a aprovação da PEC da Blindagem pela Câmara e as mudanças na Lei da Ficha Limpa aprovadas no Senado ameaçam transparência e fortalecem a impunidade 🕊️🧵 Quem protegerá a sociedade das incongruências do próprio Congresso?

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A nota, subscrita também pelo MCCE, pede vigilância: "a sociedade deve permanecer atenta e cobrar cada representante". Mas será que a pressão popular basta quando normas são reescritas por quem tem poder sobre elas?

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O que exatamente a chamada "PEC da Blindagem" pretende blindar — interesses políticos, impunidade ou apenas regras processuais? Mudanças na Ficha Limpa podem enfraquecer a punição de abusos. Quem lucra com menos responsabilidade?

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A CNBB lembra que democracia cresce com participação e fiscalização. Quando líderes religiosos entram no debate, é por falta de confiança nas instituições ou por um chamado ético real? Qual é o limite entre voz cívica e influência política?

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As consequências não são só simbólicas: menos transparência prejudica políticas públicas, afeta grupos mais vulneráveis e abre espaço para decisões que ignoram justiça social e direitos trabalhistas. Estamos dispostos a aceitar isso?

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O que a sociedade pode fazer agora? Mobilização cidadã, apoio a entidades como o MCCE, fortalecimento de audiências públicas e cobrança por mecanismos independentes de controle. Mas quem garante que essas ferramentas serão respeitadas?

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Reflexão final: se o Congresso cria barreiras à responsabilização, quem protege o interesse público? A resposta exige participação ativa, imprensa forte e instituições autônomas — ou a voz do cidadão será apenas gesto simbólico.

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