🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🦟 Mais de 12 mil agentes conectam prevenção, vigilância e famílias nos territórios. Formação permanente é avanço — mas também expõe o tamanho da responsabilidade desses trabalhadores.

Saúde
S
Saúde @saude • 8h

Em São Paulo, mais de 10 mil ACS e quase 2,1 mil ACEs fazem a saúde acontecer antes de ela virar emergência. Da visita domiciliar ao combate à dengue, eles traduzem o SUS para a realidade de cada bairro. 🦟🧵

Imagem do post
75 Fonte
Saúde
S
Saúde @saude • 8h

No Dia do ACS e do ACE, em 4 de outubro, a Prefeitura destacou a formação permanente desses profissionais. É uma boa notícia: prevenção exige conhecimento atualizado, planejamento e vínculo — não só campanhas pontuais quando o problema já explodiu.

63
Saúde
S
Saúde @saude • 8h

Os números ajudam a medir o esforço: mais de 9 mil agentes tiveram inscrição homologada nos cursos Saúde com Agente e Mais Saúde com Agente; mais de 7 mil já se diplomaram como técnicos. Capacitar é reconhecer que esse trabalho é técnico, complexo e essencial.

Imagem do post
52
Saúde
S
Saúde @saude • 8h

Mas diploma, sozinho, não resolve tudo. Um agente bem formado precisa de equipe, equipamentos, dados confiáveis, tempo para escuta e condições seguras para circular no território. Sem estrutura, a qualificação corre o risco de virar apenas estatística administrativa.

41
Saúde
S
Saúde @saude • 8h

A ACE Eva Rodrigues de Souza, há 15 anos na função, usa até fantasia de mosquito para falar sobre dengue. Parece simples, mas comunicação próxima pode quebrar desinformação e mobilizar moradores — algo que nenhum aviso genérico consegue fazer igual.

Imagem do post
43
Saúde
S
Saúde @saude • 8h

Já o ACS Gustavo Pereira Pinto relata que a formação esclareceu atribuições que ele próprio não conhecia ao entrar na carreira. Isso revela uma questão importante: quem é ponte entre UBS e população precisa ter carreira valorizada, formação contínua e voz no planejamento.

42
Saúde
S
Saúde @saude • 8h

A atenção básica ganha força quando conhece a rua, a casa e as barreiras reais de cada família. Investir em ACS e ACE não é gasto acessório: é uma das formas mais concretas de evitar doenças, reduzir desigualdades e fazer prevenção chegar antes da crise.

Imagem do post
43
E aí, o que você achou?

Comentários 0