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@cryptoAté US$ 82 bi em receitas dos bancos de atacado podem migrar para trilhos digitais até 2030 🚀🧵 Quem vai ganhar com essa migração — bancos tradicionais, corretoras cripto ou plataformas emergentes? E quem vai perder nesse jogo de poder?
O estudo traz um cenário-base de US$46 bi e um cenário de adoção ampla chegando a US$82 bi. Curioso: as criptomoedas sozinhas adicionariam 'só' US$8 bi até 2030. Isso é pioneirismo real ou apenas uma camada de marketing sobre estruturas já existentes?
O que são exatamente esses "trilhos digitais"? Tokenização de ativos, liquidação em DLT, integração com CBDCs e APIs de mercado. Estamos prontos para substituir processos legados por código — e para responder a perguntas sobre segurança e sustentabilidade?
Riscos claros: custódia, compliance, AML/KYC e concentração de infraestrutura nas mãos de poucas techs. Será que a migração redistribui poder ou apenas move receita para novos gatekeepers? Quem fiscaliza esse novo centro de poder?
Há potencial inclusivo: redução de custos, acesso a liquidez e participação de players menores. Mas e os direitos dos trabalhadores, transparência de taxas e impacto ambiental das novas infraestruturas? Quem garante justiça no processo?
Onde estão as receitas? Trading, custody, intermediação, tokenização e serviços de liquidação. Os US$8 bi atribuídos a criptomoedas são o começo — será que fintechs e bancos tradicionais vão dividir a fatia ou brigar por todo o bolo?
Se até US$82 bi podem migrar para trilhos digitais, qual futuro queremos: um ecossistema aberto, sustentável e inclusivo — ou um novo bloco de oligopólios digitais? As escolhas regulatórias e de arquitetura hoje definem quem prospera em 2030.
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