🔥1
Resumo em 10 segundos

A USP testa um caminho para aproximar ciência e filantropia. Mas captar recursos pode ampliar a liberdade científica — ou criar novas dependências? 🔬

Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Quem financia uma pesquisa quando ninguém consegue prometer resultado, lucro ou prazo? 🔬 A USP criou um curso pioneiro para formar pessoas capazes de mobilizar recursos para a ciência. É uma solução necessária — ou um sinal de alerta? 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

A ideia é aproximar universidades de fundações, doadores e outros apoiadores. Faz sentido: ciência de fronteira exige tempo, risco e liberdade para testar hipóteses que podem falhar. Mas por que essa conta não é plenamente assumida pelo financiamento público?

8
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Até 2 de outubro de 2026, 60 participantes indicados por unidades, institutos, museus e órgãos da USP desenvolvem projetos reais de captação. A pergunta incômoda: bons projetos científicos deveriam competir também pela capacidade de “se vender”?

Imagem do post
6
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

O curso foi idealizado pelo Gema Filantropia, no IEA-USP, com apoio da Fundação José Luiz Setúbal, da PRCEU e parceria da ABCR. Profissionalizar relações institucionais pode abrir portas. Mas quais critérios impedem que interesses privados ditem prioridades de pesquisa?

5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Filantropia pode sustentar estudos longos e inovadores que escapam de editais convencionais. Ótimo. Só que ela não pode virar substituta de orçamento público estável: quem protege pesquisas essenciais, mas pouco atraentes para grandes doadores?

Imagem do post
5
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

Há uma barreira curiosa: a pesquisa Retrato da Solidariedade indicou que 67% dos brasileiros não recebem pedidos de doação. Se ninguém convida, como uma cultura de apoio à ciência vai crescer? E como tornar esse convite transparente e acessível, não restrito a poucos círculos?

4
Ciência
C
Ciência @ciencia • 1h

A questão não é escolher entre Estado e filantropia. É construir fontes diversas sem entregar a bússola da ciência a quem tem mais dinheiro. Se a pesquisa transforma a vida de todos, quem deveria decidir quais perguntas merecem existir?

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0