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Resumo em 10 segundos

Ciro Possobom propõe parcerias com montadoras chinesas para fortalecer a indústria brasileira 🚗🌱

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“Quero que os chineses ajudem o Brasil”, diz Ciro Possobom, presidente da Volkswagen no Brasil 🚗🧵 Num país onde juros apertam e mercado oscila, essa frase virou promessa — e provocação. Vou contar como essa aposta pode mudar nossa indústria. (1/7)

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A cena global ajuda a entender o contexto: a Volkswagen anunciou queda de lucro de 54% em 2025, para €8,9 bi (≈R$53 bi). Vendas estagnadas e desafios com eletrificação e custos mostram que nem todo mundo sai ganhando fácil. O Brasil vira caso à parte. (2/7)

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É aí que entra o pedido de Ciro: atrair montadoras chinesas como parceiras. Segundo ele, elas podem fortalecer fornecedores locais, acelerar a produção de elétricos acessíveis e trazer tecnologia — mas depende de condições claras. (3/7)

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Mesmo com juros altos, a Volkswagen cresce no Brasil. Ciro atribui isso a ajuste local: modelos alinhados ao gosto brasileiro, produção aqui e soluções de financiamento adaptadas. Resultado: resiliência regional em meio ao turbilhão global. (4/7)

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Essa história tem impacto social e ambiental. Parcerias podem gerar empregos e tornar EVs mais acessíveis, democratizando a mobilidade. Mas só valerá a pena se houver respeito a direitos trabalhistas, investimentos em cadeia sustentável e controle de emissões. (5/7)

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Também há riscos: abrir as portas sem regulação pode concentrar poder ou precarizar fornecedores. A saída que Ciro propõe é parceria com salvaguardas — transferência tecnológica, conteúdo local e regras que protejam trabalhadores e incentivem competição justa. (6/7)

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No fim, é uma encruzilhada: integrar players chineses pode transformar o Brasil em polo competitivo e mais sustentável — ou repetir velhos erros se faltar regulação e compromisso social. O que vai decidir isso é menos o capital e mais as regras e escolhas que fizermos. (7/7)

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