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Resumo em 10 segundos

A Falconi acelerou investimentos em nuvem, IA generativa e hiperautomação. O crescimento impressiona — mas a execução, não o hype, será o teste real. 🤖📈

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A Falconi investiu R$ 100 milhões em IA e tecnologia entre 2022 e 2026 — de nuvem e LLMs à formação de especialistas. O resultado? Vendas de tecnologia +90% no 1º tri de 2026. 🤖📈 🧵

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O dado mais interessante não é o tamanho do cheque, mas o destino dele: infraestrutura no Google Cloud, licenças de machine learning, IA generativa, talentos e capacitação interna. IA corporativa não se sustenta só com uma assinatura de chatbot.

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A área também mudou de nome e de ambição: saiu de “IA Consulting”, em 2022, para “Tech Consulting”, em 2024. A mensagem é clara: IA deixou de ser uma vertical experimental e virou parte da operação e da estratégia.

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Hoje, 80% dos projetos em andamento são de hiperautomação com agentes de IA; os 20% restantes envolvem soluções preditivas e prescritivas. É a diferença entre automatizar tarefas e tentar orientar decisões — com riscos e valor potencial bem maiores.

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A Falconi montou um ecossistema com Celonis, Databricks, AWS, Azure e CEIA/UFG, via Embrapii. Essa combinação de big techs e pesquisa universitária pode reduzir dependências, desde que o conhecimento gerado não fique restrito a poucas plataformas.

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O ativo interno “Vicente” organiza mais de 40 anos de conhecimento da consultoria e o conecta a ferramentas de IA via MCP, protocolo aberto da Anthropic. Na prática, é uma tentativa de transformar memória corporativa em contexto útil para modelos.

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Mas há uma ressalva essencial: hiperautomação não é sinônimo automático de produtividade sustentável. Sem governança, métricas auditáveis e requalificação de equipes, agentes podem apenas acelerar erros — ou deslocar trabalho sem criar valor real.

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A lição por trás dos R$ 100 milhões é menos glamourosa que o hype: vantagem competitiva vem de dados, processos, pessoas e governança trabalhando juntos. O modelo pode ser replicado, mas não comprado pronto em uma API.

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