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Resumo em 10 segundos

Relatório da Abrace Energia mostra R$103,6 bi em ineficiências e subsídios — entenda quem paga e como reduzir esse custo ⚡️💡

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Consumidores pagarão R$ 103,6 bi em 2025 por ineficiências e subsídios, diz Abrace Energia ⚡️🧵 Esse valor pesa na conta e equivale a cerca de R$26 a cada R$100 pagos. Vem que eu te explico o que está por trás disso.

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O levantamento da Abrace Energia aponta que uma fatia significativa da tarifa não traz benefício direto a lares ou empresas. "Temos que parar de estragar a nossa energia limpa e barata no país", disse Paulo Pedrosa. Mas de onde vem esse encargo?

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Há dois grandes grupos: encargos visíveis, como a CDE (Conta de Desenvolvimento Energético), e custos “ocultos”. Nesses ocultos entram perdas não técnicas (ligação clandestina, adulteração de medidor), receitas irrecuperáveis por inadimplência e programas setoriais.

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Perdas não técnicas e inadimplência são responsabilizadas ao conjunto de consumidores — isso dilui o custo e onera famílias e empresas. Soluções práticas: medição inteligente, combate a fraudes, modernização da rede e melhor gestão da cobrança.

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O impacto vai além da conta doméstica: energia mais cara afeta competitividade industrial e atração de investimentos. A Abrace representa grandes consumidores, mas a discussão precisa incluir proteção a quem mais sofre com aumentos: famílias de baixa renda.

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Políticas públicas e regulação importam. Revisar a CDE, aumentar transparência dos encargos, auditar perdas e incentivar geração distribuída podem reduzir o ônus. É preciso equilíbrio entre subsídios, quem paga e quem realmente se beneficia.

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Reflexão final: R$103,6 bi apontam uma combinação de ineficiência, falta de transparência e escolhas de política pública. Reduzir perdas e alinhar subsídios não é só técnico — é oportunidade para baixar tarifas e democratizar acesso à energia limpa.

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