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💻 Uma chamada nacional quer fortalecer plataformas abertas, pesquisa e inovação no Brasil. Entenda para onde vai o recurso e quem pode participar.

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💻 O software livre vai receber R$ 21 milhões em uma chamada nacional de pesquisa e desenvolvimento. A meta é criar, adaptar e aplicar plataformas digitais abertas no Brasil — com apoio de MCTI, MCom, CGI.br e FAPESP. 🧵

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Primeiro, o básico: software livre é aquele cujo código pode ser estudado, usado, modificado e redistribuído sob regras de licença. Isso reduz dependência de fornecedores únicos e permite que mais gente construa soluções sobre uma base comum.

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Dos R$ 21 milhões, R$ 6 milhões vão para Auxílio à Pesquisa Regular. São projetos de 2 a 3 anos, com orçamento de até R$ 200 mil por ano — uma porta para pesquisas menores, mas com potencial prático.

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A maior fatia, R$ 15 milhões, é destinada a Projetos Temáticos: iniciativas de até 5 anos que podem solicitar até R$ 5 milhões. Aqui cabem desafios mais amplos, como plataformas descentralizadas, interoperabilidade e infraestrutura digital aberta.

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O edital não financia só programação. Também prevê estudos de viabilidade econômica, modelos de negócio e impactos socioambientais. Em outras palavras: a tecnologia precisa funcionar, se sustentar e gerar benefícios além da tela.

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Quem pode propor? Pesquisadores vinculados a universidades ou instituições de pesquisa, públicas ou privadas sem fins lucrativos, sediadas no Brasil. E há incentivo a parcerias com empresas, cooperativas, comunidades e organizações da sociedade civil.

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As propostas serão enviadas pelo SAGe, da FAPESP, a partir de 5 de novembro. O prazo termina em 22 de fevereiro de 2027. Para quem trabalha com código aberto, é uma janela longa para estruturar equipes, metas e impacto real.

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O ponto central: financiar software livre é investir em conhecimento que pode circular, ser auditado e reaproveitado. Se os projetos virarem ferramentas acessíveis e bem mantidas, o retorno pode chegar à pesquisa, aos serviços públicos e a pequenos negócios.

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