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🔬 Um acordo ligado a inquéritos sobre campanhas contra entregadores destinou R$ 3 milhões ao CNPq. Entenda por que esse recurso pode gerar conhecimento público. 🧵

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R$ 3 milhões vão financiar pesquisa científica via CNPq após um acordo assinado pelo iFood e agências investigadas em inquéritos sobre campanhas contra entregadores. 🔬🧵

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O repasse faz parte de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2023 com o MPF e o MPT. Segundo o MPF, ele encerra três inquéritos abertos após denúncia revelada pela Agência Pública.

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Para a ciência, o ponto central é poderoso: recursos de compensação podem virar bolsas, estudos e evidências para enfrentar desafios reais do país. Financiar pesquisa pelo CNPq fortalece uma estrutura pública que beneficia toda a sociedade.

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O caso teve origem em apuração sobre ações que teriam buscado influenciar o debate durante os “Breques dos Apps”, mobilizações de entregadores em 2020 e 2021. O iFood nega ter cometido as condutas investigadas e diz ter assinado o TAC para evitar um processo longo.

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O acordo tem três eixos: satisfação, não repetição e compensação. MPF informou que os dois primeiros foram cumpridos “em larga medida”; a compensação ganhou forma concreta com os R$ 3 milhões destinados ao CNPq.

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Ciência bem financiada ajuda a transformar conflitos sociais em aprendizado coletivo: mais dados sobre trabalho, plataformas, comunicação e saúde podem embasar políticas públicas melhores — com conhecimento acessível, rigoroso e voltado ao interesse público.

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R$ 3 milhões não resolvem sozinhos o desafio crônico do financiamento científico brasileiro. Mas mostram uma rota promissora: reparação também pode significar ampliar a capacidade do país de pesquisar, inovar e decidir com base em evidências. ✨

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