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Resumo em 10 segundos

Firjan diz que concessões devem trazer R$33 bi ao RJ até 2028 — oportunidade e desafio ao mesmo tempo 🚀💡

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Concessões vão trazer R$ 33 bi para o RJ até 2028, diz Firjan 🚀 🧵 Um levantamento aponta um fluxo de investimentos no triênio 2026–2028 — e isso abre um capítulo novo na vida de cidades, empresas e trabalhadores do estado.

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Era uma vez um relatório: a Firjan mapeou que, via concessões, o Estado receberia R$33 bi nos próximos três anos. Na prática, significa projetos que atraem capital privado para obras e serviços antes tocados pelo poder público — com promessa de modernização e velocidade.

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Imagine a dona de uma pequena empresa de logística na Baixada: estradas melhores e terminais mais eficientes podem reduzir custos e abrir mercado. Para muita gente, investimento é sinônimo de emprego e renda — se as contratações forem locais e regulares.

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Mas nem tudo é só conto de fadas. Há um capítulo sobre meio ambiente: concessões devem vir com cláusulas de sustentabilidade, estudos de impacto e metas de redução de emissões. Sem isso, infraestrutura pode custar caro ao clima e às comunidades costeiras.

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Outro trecho da história alerta sobre concentração de poder. Se poucas empresas dominarem serviços essenciais, preços e qualidade podem ficar fora do controle. A saída? Concorrência, contratos claros e fiscalização forte — responsabilidade do estado e da sociedade.

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O valor, R$33 bi, é simbólico: pode modernizar portos, estradas, saneamento e energia, mas depende de projeto, execução e regulação. Transparência nos editais e cláusulas sociais (conteúdo local, capacitação, condições de trabalho) vão definir quem ganha de verdade.

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No final da história, duas possibilidades: um Rio mais conectado, com serviços melhores e oportunidades distribuídas; ou lucro concentrado e serviços deficitários. A diferença está nas regras, na fiscalização e na participação pública — investimento pode ser porta para inclusão, se for bem guiado.

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