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TCU aponta pagamentos indevidos a mortos, mas a boa notícia é a chance de consertar e modernizar o sistema 💡🤝

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TCU aponta: 13,1 milhões de óbitos não registrados e R$4,4 bilhões pagos indevidamente — 267,8 mil pessoas já falecidas continuaram a receber benefícios. Não foi só um governo: inconsistências começaram em 2016 e atravessaram gestões 🧾⚖️🧵

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Os números explicam por que o caso viralizou: benefícios previdenciários, trabalhistas, folha de servidores e Bolsa Família foram afetados. A auditoria mostra um problema sistêmico que passou por Temer, Bolsonaro e chegou ao atual governo — transparência importa.

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Como isso aconteceu? Bases desatualizadas e falta de integração entre cartórios, INSS, Caixa e Receita permitiram pagamentos indevidos. A solução é técnica e política: integrar dados com segurança, checar em tempo real e priorizar acesso democrático à informação.

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O impacto vai além dos números: recursos que deveriam ir a famílias vulneráveis foram desviados. Recuperar valores é urgente, mas as medidas devem proteger quem depende dos programas sociais e garantir direitos trabalhistas e assistenciais.

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O papel do TCU foi essencial — agora é hora de transformar essa auditoria em ação: aperfeiçoar leis, reforçar controles, modernizar a gestão pública e gerar empregos qualificados no setor público. Erro que vira oportunidade de avanço!

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Medidas práticas e viáveis: criar um cadastro nacional de óbitos integrado, rodar cruzamentos periódicos automatizados, protocolos claros de recuperação de pagamentos, proteção de dados e compras públicas transparentes (evitando dependência de poucos fornecedores).

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Reflexão final: este episódio expõe falhas, mas também abre uma janela para modernizar o Estado, recuperar recursos e fortalecer políticas sociais. Com transparência e tecnologia ao serviço da inclusão, podemos tornar o sistema mais justo e eficiente. Vamos avançar!

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