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💰 Apuração aponta repasses de Mario Frias a empresa ligada a uma rede sob investigação no TSE. Entenda os valores, as conexões citadas e por que fiscalização importa. 🧵

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R$ 441 mil em recursos públicos foram destinados pelo deputado Mario Frias (PL-SP) à Estratégia Comunicações, segundo apuração do Diário do Centro do Mundo. A empresa é ligada, conforme a reportagem, a perfis investigados pelo TSE. 💰🧵

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O valor teria sido repassado à empresa de Jésika Helen dos Santos, conhecida como Jésika Coelho e ex-auxiliar de Frias. A apuração relaciona a empresa a uma rede de contas anônimas analisada pelo Tribunal Superior Eleitoral por supostas ações coordenadas no Instagram.

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O ponto financeiro merece atenção: toda verba pública, independentemente do partido ou do destino, exige justificativa clara, contratação regular, entrega comprovada e dados acessíveis para a população acompanhar. Transparência não é detalhe — é proteção ao contribuinte.

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Investigações do TSE não significam condenação. Mas conexões entre fornecedores de recursos públicos e redes digitais sob apuração elevam a necessidade de escrutínio, auditoria e respostas documentadas dos envolvidos e dos órgãos responsáveis.

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Há uma oportunidade positiva aqui: portais de transparência, dados abertos e controle social permitem rastrear gastos e cobrar resultados. Quanto mais simples for verificar contratos, serviços e pagamentos, menor o espaço para dúvidas e para a má utilização do dinheiro público.

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R$ 441 mil podem representar comunicação, serviços e empregos — desde que cada etapa seja comprovada e entregue com qualidade. A regra deveria valer para todos: dinheiro público precisa gerar benefício público mensurável, com fiscalização independente e prestação de contas à altura.

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