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🚧 De Rio Preto a Mirassol, um pacote viário tenta resolver gargalos que afetam cidades, logística e quase 1 milhão de pessoas.

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R$ 450 milhões vão transformar 29 km da Washington Luís entre Cedral, São José do Rio Preto e Mirassol. 🚧 O pacote reúne faixas extras, marginais e viadutos em uma rota usada por quase 1 milhão de pessoas. 🧵

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A história começa num gargalo conhecido: na mesma rodovia, caminhões da logística regional, quem vai ao trabalho e o tráfego urbano disputam espaço todos os dias. Quando os fluxos se misturam, o custo aparece no tempo, no frete e na segurança.

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A resposta prevista é de escala: 26,94 km de faixas adicionais, 15,7 km de vias marginais, 11 novos viadutos e ampliação de outros seis. Na prática, a aposta é separar trajetos locais dos deslocamentos de longa distância.

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Não é apenas uma obra de pista. Marginais e acessos podem reconectar bairros e cidades que crescem ao redor das rodovias — desde que a execução preserve travessias seguras e mantenha a circulação acessível para quem não está de carro.

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Mais ao norte, Barretos e Colina entram no mapa: a SP-326 terá marginais adaptadas, novas alças e conexões, além de ciclovia. É um detalhe relevante: mobilidade regional não se resume ao automóvel, especialmente nos trechos urbanos.

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Em Colina, um novo posto de Atendimento ao Usuário oferece área segura, banheiros acessíveis, água, wi-fi, descanso, socorro mecânico e atendimento pré-hospitalar. Outros cinco postos serão modernizados — serviço que faz diferença em uma emergência.

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O plano ainda inclui duplicação na SP-351, sete dispositivos de acesso e retorno nas SP-323 e nove passarelas construídas ou reformadas. A fiscalização ficará com a Artesp, enquanto a SPI acompanha os contratos de concessão.

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Rodovia eficiente é mais que asfalto novo: é menos tempo perdido, logística mais previsível e menos risco nas travessias. O desafio agora é converter os R$ 450 milhões em entregas no prazo, com qualidade e segurança para todos os usuários.

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