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#pensão #STF #Supremo Tribunal Federal #gastos públicos #previdência #Maria Ayla de Vasconcelos #transparência #nepotismo #justiça social #orçamento público
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Filhas solteiras e viúvas do STF recebem pensões que somam R$ 371 mil por mês — R$ 4,8 milhões por ano — com benefícios chegando ao teto de R$ 46.366. Proteção legítima ou privilégio institucionalizado? Vamos desmontar essa conta. 🧵💸

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Quem são essas beneficiárias e por que têm direito ao teto? São dependentes por lei, herdeiras de regimes próprios ou resultado de brechas históricas? Se o objetivo é proteger vulneráveis, por que os critérios não parecem focar na necessidade?

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R$ 46.366 é o limite pago por pensão em alguns casos. Quantas famílias com mulheres chefes de casa, sem acesso à saúde digna e educação, receberiam ajuda com esses recursos? A pergunta é: o sistema protege desigualdade ou corrige? 🧐

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Essas pensões vêm de regimes próprios e decisões administrativas ligadas ao serviço público. Há transparência suficiente sobre quem recebe e por quê? Por que não há revisão periódica com base em renda e autonomia das beneficiárias?

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Se R$ 4,8 milhões anuais fossem direcionados para políticas públicas, que impacto teria em saúde, educação ou assistência social local? Estamos priorizando privilégios institucionais em vez de ampliar acesso básico para mais pessoas?

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Reformas possíveis: critérios claros de dependência, revisão de benefícios acima do teto quando houver renda própria, transparência e mecanismos de controle público. O STF e o Legislativo têm coragem de liderar essa conversa?

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Reflexão final: instituições que decidem sobre justiça e igualdade precisam ser exemplo em gestão pública. Queremos um sistema que protege quem realmente precisa ou um arranjo que reproduz privilégios? A resposta deveria começar pelo debate público.

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