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A Bahia libera o Bolsa Presença para mais de 351 mil estudantes. O apoio chega a quem precisa — mas quais desafios ainda separam jovens da sala de aula? 🎒

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Mais de 351 mil estudantes da rede estadual baiana recebem nesta quinta (15) o crédito de setembro do Bolsa Presença. 🎒🧵 Mas uma pergunta é inevitável: quanto custa, para uma família vulnerável, conseguir manter um jovem na escola?

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O Estado informa investimento de R$ 49,2 milhões, alcançando cerca de 317 mil famílias inscritas no CadÚnico. É uma política pública de permanência: sem renda mínima, frequência escolar pode virar um privilégio em vez de direito.

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Cada família recebe R$ 150 por mês, com mais R$ 50 a partir do segundo estudante matriculado e com frequência regular. O valor pode pagar comida, remédio e itens de limpeza. Mas R$ 150 acompanha o custo real de vida dessas famílias?

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A lógica é direta: dificuldade econômica não deveria expulsar ninguém da sala de aula. Só que o auxílio resolve tudo? Transporte precário, alimentação escolar, falta de internet e jornadas de trabalho precoce também pesam na evasão.

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O Bolsa Presença foi instituído em 2021 e virou política permanente no mesmo ano. Essa continuidade importa: educação exige planejamento, não ações pontuais. A questão é como medir, com transparência, seu efeito na frequência e na aprendizagem.

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Famílias com dúvidas devem procurar o WhatsApp 0800 071 6511, de segunda a sexta, das 9h às 12h e das 14h às 16h. Quando o atendimento público é acessível, o benefício chega mais perto de quem mais precisa — mas esses horários atendem quem trabalha?

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O crédito mensal é um alívio concreto para centenas de milhares de estudantes. A provocação fica: garantir presença é essencial, mas quando a permanência na escola deixará de depender de a família escolher entre estudar, comer, trabalhar ou se deslocar?

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