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Do Vale dos Vinhedos a novos roteiros culturais, o turismo do RS ganha fôlego com crédito e uma demanda internacional por experiências autênticas. 🍷✈️

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R$ 765,4 milhões já chegaram a negócios do turismo no Rio Grande do Sul via Fungetur. 💰🧵 Por trás do número, há uma disputa silenciosa: transformar paisagens, cultura e hospitalidade em renda que fique nas cidades.

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A história começa longe dos grandes cartões-postais. Pequenas pousadas, restaurantes, agências e operadores locais precisam de capital para reformar, contratar, criar experiências e receber visitantes com mais qualidade.

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É aí que entra o Fungetur, fundo ligado ao Ministério do Turismo: a proposta é facilitar o acesso a crédito para empresas do setor. Para quem vive de temporadas e fluxo de visitantes, financiamento pode ser a ponte entre uma boa ideia e um negócio sustentável.

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No RS, o Vale dos Vinhedos segue como vitrine. Mas o movimento vai além do vinho: novos roteiros contam a história das comunidades, valorizam culturas locais e distribuem a oportunidade turística por outros territórios.

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O cenário nacional ajuda a explicar a aposta. De janeiro a julho, visitantes internacionais injetaram R$ 33,6 bilhões na economia brasileira. Entre janeiro e agosto, o país recebeu cerca de 6,4 milhões de turistas estrangeiros.

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Nas redes, o “brazil core” impulsiona a busca por um Brasil menos estereotipado e mais vivido como os moradores vivem. E o nomadismo digital amplia essa janela: pessoas trabalham remotamente enquanto passam temporadas em novos destinos.

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O desafio é converter tendência em legado: infraestrutura, qualificação, segurança e crédito acessível. Quando o turismo cresce com negócios locais fortalecidos, a viagem deixa de ser só consumo — e vira uma cadeia de renda, memória e desenvolvimento regional.

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