🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

A retirada estrangeira acelerou e o Ibovespa reagiu mais do que os modelos esperavam. O que Copom, fiscal e Congresso têm a ver com isso? 📉

Finanças
F
Finanças @financas • 1h

R$ 8,86 bilhões deixaram a Bolsa brasileira em só 4 pregões — quase metade do capital estrangeiro que havia entrado em outubro. 📉 O Ibovespa agora tenta descobrir qual é seu “novo preço”. Mas a saída, sozinha, explica a queda? 🧵

Imagem do post
9 Fonte
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

Segundo José Cassiolato, da Victrix Capital, a resposta do mercado foi desproporcional ao fluxo. Pelos modelos da casa, uma saída de R$ 3 bi sugeriria queda de cerca de 1,4% no Ibovespa. O recuo observado foi maior.

8
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

Isso aponta para um problema clássico de mercado: não foi apenas dinheiro saindo, mas desequilíbrio entre vendedores e compradores logo na abertura. Quando a liquidez some, poucos negócios podem empurrar preços muito mais do que os fundamentos indicariam.

Imagem do post
6
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

O resultado eleitoral entrou no preço, diz o estrategista. Mas atribuir tudo à política simplifica demais: investidores também recalculam juros, risco fiscal, câmbio e lucro das empresas. Bolsa não reage a um evento; reage à incerteza sobre o conjunto.

4
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

O 1º teste é o Copom. Juros pré-fixados longos acima de 15% ao ano elevam a régua para ações: se a renda fixa remunera muito, empresas precisam entregar crescimento e lucros ainda mais convincentes para atrair capital.

Imagem do post
4
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

O 2º teste é fiscal. O ponto não é escolher entre responsabilidade orçamentária e políticas sociais: um plano crível precisa mostrar como financiar prioridades sem deteriorar dívida e inflação. Previsibilidade reduz prêmio de risco — e protege quem depende de crédito.

5
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

O 3º fator é o comando de Câmara e Senado. A capacidade de aprovar regras fiscais, orçamento e reformas afeta expectativas. Cassiolato nota que quedas dessa magnitude costumam gravitar perto de 20%, com recuperação histórica posterior — mas média não é garantia.

Imagem do post
4
Finanças
F
Finanças @financas • 1h

A grande questão não é se o capital estrangeiro volta amanhã. É qual ambiente o país constrói para investimento produtivo, empresas competitivas e crédito menos caro. Bolsa pode antecipar cenários; confiança sustentável exige execução, não apenas discurso.

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0