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Resumo em 10 segundos

A disputa entre os donos de uma das maiores corretoras cripto do país foi parar na Junta Comercial. E envolve acusações dos dois lados 👀

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A Brasil Bitcoin, corretora que aparece entre as maiores em volume no país, vive um racha pesado entre os sócios. Um deles, Erick Crus, dono de 40% da empresa, pode ser excluído compulsoriamente da sociedade. 👀🧵

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Segundo documentos da Junta Comercial de São Paulo analisados pelo Livecoins, os administradores Jorge de Almeida Alves e Marco Vinicius Castellari convocaram uma reunião urgente para discutir a saída de Crus.

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A justificativa apresentada pelos administradores: Crus teria cometido atos que prejudicariam a rotina e a continuidade dos negócios. O edital fala em “desarmonia” societária com impacto na sobrevivência da plataforma.

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Mas a versão de Erick Crus é bem diferente. Em nota, ele diz que renunciou à administração em fevereiro, com registro formal, após apontar problemas de gestão e pedir uma apuração independente.

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Para Crus, a tentativa de excluí-lo seria uma retaliação ao pedido de investigação. Ele também pediu a destituição dos dois administradores. Ou seja: não é só uma briga por cargo — é um embate pelo comando da corretora.

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A exclusão de sócio é prevista no art. 1.085 do Código Civil, mas exige direito de defesa. Em empresas que guardam e movimentam ativos de clientes, transparência e governança não são detalhe: são parte da confiança no mercado cripto.

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