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Senado barra PEC da Blindagem e criação de um atrito com a Câmara — e agora o PL da Anistia corre risco 🔥🧵

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Senado enterrou a PEC da Blindagem e abriu um racha com a Câmara 🧵 Alcolumbre barrou o texto depois da CCJ rejeitar — mesmo com 344 deputados já aprovando. O clima entre Hugo Motta e Davi Alcolumbre esquentou. Vou explicar o que rolou e por que isso importa.

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A tal PEC, apelidada de “Blindagem”, era vista por críticos como um jeito de reduzir responsabilização de parlamentares. Aprovada na Câmara, ela sequer foi ao plenário do Senado — e isso gerou surpresa e mal-estar entre deputados.

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Agora os holofotes viram pro PL da Anistia: projeto que propõe reduzir penas dos envolvidos no 8 de Janeiro. Deputados temem que, mesmo aprovado na Câmara, o Senado barre e a medida vire símbolo de acobertamento num ano pré-eleitoral.

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O relator Paulinho da Força chegou a marcar reunião com Hugo Motta e Alcolumbre na 24.set pra medir apoio no Senado — encontro foi desmarcado por Alcolumbre. Pequenos gestos assim mostram como o processo político pode travar projetos.

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No Senado há resistência maior em aplicar benefícios a quem foi condenado por tentativa de golpe — assunto sensível que envolve vítimas, instituições e a própria confiança pública. É um debate que exige transparência, não pancadaria política.

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O impasse expõe algo mais amplo: falta de coordenação entre as Casas e o risco de desgaste público em ano eleitoral. Saídas plausíveis? Debate aberto, participação da sociedade civil e garantias de que direitos das vítimas não sejam apagados.

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Concluindo: ter maioria na Câmara não garante a passagem de temas controversos — o Senado pode funcionar como freio. A pergunta que fica é simples: o Congresso vai priorizar responsabilidade e diálogo ou procurar atalhos políticos?

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