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Super Tufão Ragasa trouxe imagens de destruição e histórias de resistência 🌪️📷

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Super Tufão Ragasa varreu o leste de Taiwan e o sul da China 🌪️🧵 — enchentes generalizadas, pontes destruídas e aeroportos paralisados. Nesta thread conto, passo a passo e em imagens, como cidades, comunidades e equipes de socorro enfrentaram a tempestade.

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Em Hualien, drones captaram os restos da Ponte Mataian após o colapso. O cenário é de metal retorcido e lama — e, por trás disso, famílias isoladas e rotas de acesso interrompidas. A imagem vira um lembrete da fragilidade de certas estruturas diante de chuvas extremas.

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Hong Kong também sofreu: áreas como Lei Yue Mun e Tseung Kwan O ficaram alagadas e o Aeroporto Internacional cancelou voos. Ruas transformadas em canais, energia cortada e a logística aeroportuária paralisada mostram o alcance urbano da tempestade.

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Na costa de Guangdong — incluindo Shenzhen e Macau — ondas elevadas e marés fortes submergiram avenidas e calçadões. Autoridades montaram abrigos e equipes trabalham para retirar moradores, mas as imagens revelam carros submersos e infraestrutura danificada.

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No meio do caos, apareceram gestos de solidariedade: vizinhos ajudando idosos, voluntários distribuindo mantimentos e profissionais de resgate arriscando-se nas enchentes. Ao mesmo tempo, a crise expõe quem é mais vulnerável: populações periféricas e trabalhadores informais.

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Ragasa não é só uma história de destruição — é um alerta. Cientistas e gestores já indicam tendência de eventos mais intensos. Isso exige investimento em infraestrutura resiliente, políticas públicas inclusivas e proteção aos trabalhadores que socorrem e reconstroem.

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As fotos ficam: ponte partida, ruas alagadas, pessoas recomeçando. A pergunta que fica é urgente e simples — como transformar essa dor em decisões concretas para reduzir riscos e proteger os mais expostos antes da próxima tempestade?

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