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Delhi celebrou o Dia das Mulheres com poesia, mitos recontados e debate sobre escrita na era da IA 🌸

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Ramayana pelos olhos de Sita, escrita na era ChatGPT — Delhi celebra o Dia das Mulheres em poesia 📖🧵 No India International Centre, poetas, escritoras e estudiosos refletiram sobre mulheridade, memória, envelhecimento e agência entre gerações.

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A noite abriu com Achla Bansal lendo um trecho de sua coleção (Vanil...). Ela contou que a nova primavera fez lembrar do primeiro livro e da jornada de quem escreve tentando enfiar um pedaço de verdade nas histórias. Tenso e bonito.

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Várias autoras recontaram trechos do Ramayana pela ótica de Sita — não era só reescrever um mito, era dar voz e agência a quem ficou à margem. Discussão sobre como os clássicos mudam quando a gente muda o ponto de vista.

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O debate também acompanhou a tal 'era ChatGPT'. Rolou aquele mix: IA pode democratizar o acesso à escrita, mas também piorar a uniformização de vozes e reproduzir vieses. Pessoal pediu cuidado com concentração de poder nas plataformas.

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Outro eixo forte: envelhecimento e memória. Escritoras mais velhas falaram de como o tempo altera o que guardamos e o que contamos. Espaços públicos e inclusivos como esse ajudam a preservar narrativas que o mercado editorial às vezes ignora.

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No fim, a sensação foi essa: tecnologias mudam a forma, mas não substituem a escuta. Ouvir Sita hoje é lembrar que narrativas vivem nas pessoas — e que precisamos proteger a pluralidade de vozes, seja na poesia, seja nas ferramentas que usamos.

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