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🚀 PMGC e Orbit2Orbit planejam testar probióticos geneticamente modificados em microgravidade real. A ciência avança — e as perguntas éticas também. 🧵

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Ratos em microgravidade real para testar tratamentos contra perda muscular? 🚀🧵 A PMGC Holdings (ELAB) assinou um memorando com a australiana Orbit2Orbit. Mas o que esse experimento pode revelar — e o acordo já garante que ele vai decolar?

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O documento é um memorando de entendimento NÃO vinculativo: ele desenha uma possível parceria, não uma missão confirmada. Ainda assim, o plano é ambicioso: usar a plataforma Mice2Space para avaliar tratamentos em animais vivos no ambiente espacial.

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A pergunta científica é forte: a microgravidade acelera a perda de massa e força muscular. Se um tratamento funciona no espaço, ele poderia ajudar pessoas na Terra com imobilização, envelhecimento ou doenças musculares? Ou a comparação é simplista demais?

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Os candidatos EL-22 e EL-32 são probióticos geneticamente modificados, desenvolvidos pela NorthStrive. Eles miram proteínas que limitam o crescimento muscular. Ratos no espaço seriam comparados a grupos de controle em solo — um desenho essencial, mas ainda pré-clínico.

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E a ética? Pesquisas com animais exigem necessidade clara, protocolos rigorosos e transparência sobre bem-estar. A microgravidade oferece dados difíceis de obter na Terra, mas isso torna qualquer uso de animais automaticamente justificável?

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A parceria também mistura ciência e indústria: a Orbit2Orbit projetaria a carga útil na Austrália; a A&B Aerospace, da PMGC, fabricaria o hardware final nos EUA. Quem ficará com os dados? A NorthStrive; quem mantém a plataforma? A Orbit2Orbit.

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O espaço está virando laboratório biomédico — mas tratamentos promissores não podem ficar restritos a quem financia foguetes. A verdadeira conquista será transformar dados de microgravidade em terapias seguras, acessíveis e comprovadas na Terra.

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