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Resumo em 10 segundos

Re.green levou a concessão para recuperar a Flona Bom Futuro: restauração, créditos de carbono e impacto econômico em jogo 🌱💰

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Re.green vence leilão na B3 pra restaurar a Flona Bom Futuro (Rondônia) e explorar créditos de carbono 🪴💚💰 🧵 Quer entender por que isso importa pro clima — e pro bolso — nas próximas linhas?

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O que é essa concessão florestal? É um contrato público que autoriza restauração de áreas degradadas e a geração de serviços ambientais (tipo créditos de carbono) que podem virar receita. O leilão rolou na B3 e a notícia saiu no Monitor Mercantil.

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Do ponto de vista financeiro: a operação transforma recuperação ambiental em ativo negociável. Investidores vão olhar potencial de retorno via venda de créditos, preços voluntários e até mercados de compliance. Mas lembre: preço do crédito e demanda são variáveis.

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Riscos que ninguém gosta de lembrar: reversão (a floresta voltar a degradar), insegurança jurídica e problemas de monitoramento. Sem MRV (monitoramento, reporte e verificação) rigoroso, os créditos perdem valor e a credibilidade do mercado cai.

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Impacto social também entra no balanço: essa concessão pode gerar empregos locais na restauração e manejo — desde que contratos exijam contratação local, capacitação e respeito a direitos tradicionais. Sustentabilidade tem que incluir justiça social.

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Outra preocupação: concentração de poder. Se só algumas empresas dominarem concessões, o mercado vira oligopólio e pequenos atores ficam fora. Democracia no acesso ao mercado de carbono (cooperativas, indígenas, pequenos produtores) é essencial.

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Conclusão rápida: pode ser uma boa notícia — floresta recuperada, renda e créditos reais — mas depende de regulação forte, transparência e inclusão das comunidades. Fica o recado: acompanhe os contratos e o MRV pra saber se a restauração vai ser verdadeira e justa.

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