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Resumo em 10 segundos

♻️ O Lixo Zero na Minha Praça chega a duas regiões nesta semana. Por trás do descarte correto, há renda para catadores e menos custo ambiental.

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♻️ Juiz de Fora recebe nesta semana duas edições do Lixo Zero na Minha Praça — no Industrial (terça, 25) e na Praça da Estação (quinta, 27). 🧵 Mais que uma ação ambiental, a iniciativa coloca em circulação materiais que geram renda e evitam desperdício.

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O atendimento será das 8h às 12h. A população poderá entregar papel, plástico, metal, vidro, óleo de cozinha usado e resíduos eletrônicos. Tudo o que for recolhido seguirá para associações de catadores parceiras do município.

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O ponto financeiro é direto: reciclável jogado no lixo comum vira custo de coleta, transporte e aterro. Quando separado, vira matéria-prima — e pode se transformar em receita para quem trabalha na triagem e comercialização.

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Mas vale a pergunta: campanhas pontuais bastam? Educação ambiental e pontos itinerantes ampliam acesso, especialmente onde a coleta seletiva regular não alcança todos com a mesma facilidade. O desafio é transformar mobilização em serviço contínuo.

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O Demlurb informa que a operação já passou por sete regiões desde maio: Santa Luzia, Vila Ideal, Benfica, Manoel Honório, São Pedro, Bandeirantes e outras áreas atendidas pelo programa. Descentralizar é importante para reduzir barreiras de acesso.

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Há também um recado para comerciantes do Centro: óleo usado e eletrônicos não são resíduos comuns. O descarte irregular contamina, ocupa espaço e perde valor econômico. Logística reversa e reciclagem dependem de informação, estrutura e adesão.

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A Praça da Estação recebe a ação no Dia da Limpeza Urbana. A melhor métrica, porém, não é só o volume recolhido em quatro horas: é quanto deixa de ir ao aterro, quanto retorna à cadeia produtiva e quanto remunera o trabalho dos catadores.

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