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Resumo em 10 segundos

⚡ O novo regime tributário conecta data centers, energia limpa e inovação — e pode ampliar a capacidade digital do Brasil.

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Brasil criou o REDATA, regime que busca baratear e expandir data centers — a base da nuvem e da inteligência artificial. ⚡🤖 A proposta une incentivo tributário, inovação e exigências ambientais. 🧵

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A Lei 15.504/26 permite suspender tributos como PIS/Cofins, IPI e Imposto de Importação sobre equipamentos de TI destinados aos ativos das empresas habilitadas. Cumpridas as regras, a suspensão pode virar alíquota zero.

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Por que isso importa? Data centers exigem investimentos gigantescos em servidores, redes, armazenamento e refrigeração. Reduzir esse custo pode tornar o Brasil mais competitivo para receber projetos de nuvem e IA.

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O benefício não é um cheque em branco: no Imposto de Importação, ele vale apenas para bens sem equivalente nacional e que constem em ato do Executivo. É um ponto importante para combinar infraestrutura global com fortalecimento da cadeia local.

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Há uma contrapartida direta para o mercado brasileiro: ao menos 10% da capacidade instalada beneficiada deverá ser disponibilizada internamente. Na prática, a regra pode ajudar a ampliar a oferta de computação para empresas, universidades e serviços digitais.

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O REDATA também coloca sustentabilidade no centro do projeto: os empreendimentos deverão suprir toda a demanda elétrica com fontes renováveis ou de baixa emissão, conforme regras que ainda serão detalhadas em regulamento.

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Outro requisito chama atenção: eficiência hídrica de até 0,05 L/kWh e investimentos de 2% do valor incentivado em pesquisa, desenvolvimento e inovação. O desafio agora é regulamentar bem, fiscalizar e transformar incentivo em capacidade tecnológica real.

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