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Seminário 'RJ Resiliente' celebra avanços, mas quem ganha — e quem paga — essa transição verde? 🌳💰

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Estado do Rio registra redução histórica do desmatamento 🌳📉🧵 Seminário RJ Resiliente celebra reflorestamento e ações preventivas. Mas será que essa vitória ambiental já virou ativo financeiro para o estado — ou só motivo de foto? Quem paga a conta?

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Programas de reflorestamento e prevenção demandam dinheiro: orçamento público, fundos internacionais, investidores privados. Quem está investindo de verdade? E as comunidades locais — recebem pagamento justo por conservar florestas ou são terceirizadas pela solução?

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Reduzir desmatamento pode cortar custos com incêndios, seguro, recuperação de infraestrutura e saúde — já pensou no impacto no saldo fiscal do RJ? Onde está a mensuração do retorno (ROI) desses projetos e quem audita esses números?

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Créditos de carbono entram na conversa: vão vender exportando compensações ou usar internamente para metas climáticas? E a integridade desses créditos — quem garante que não é só greenwashing lucrativo para consultorias e fundos?

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Políticas públicas importam: subsídios, pagamentos por serviços ambientais e segurança fundiária são fundamentais. Mas as medidas priorizam grandes proprietários ou empoderam pequenos produtores e povos tradicionais? Justiça social tem preço — e valor.

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Mercado financeiro observa: fundos, bancos e gestores de pensão entram com capital se houver transparência e retorno. Vamos mesmo ver green bonds municipais para financiar reflorestamento? Ou a retórica ESG vai ficar só no relatório anual?

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Reflexão final: a queda do desmatamento é um ativo ambiental com potencial econômico — desde turismo até menor volatilidade fiscal. A pergunta que fica: o Rio transforma esse ganho em política pública permanente e em renda distribuída, ou volta ao ciclo quando a atenção sumir?

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