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Projeto proíbe novos fundos e regula honorários de sucumbência — R$ 3,73 bi em jogo 💰🧵

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Reforma Administrativa vai tratar de fundo bilionário de advogados públicos 🧵 A proposta proíbe a criação de novos fundos para pagamento de remunerações e benefícios — fundos já existentes permaneceriam. Em 2024 foram R$ 3,73 bilhões repassados para esse tipo de bônus.

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Ponto-chave: o texto exige que todos os fundos com essa finalidade tenham caráter público, sejam fiscalizados pelos tribunais de contas e publiquem dados abertos. Mais controle significa menos espaço para decisões opacas sobre dinheiro público.

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Os R$ 3,73 bilhões de 2024 mostram a dimensão: recursos extras fora do orçamento tradicional podem distorcer prioridades públicas. A discussão precisa equilibrar valorização de servidores com responsabilidade fiscal e impacto em políticas de saúde, educação e assistência.

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Outra frente da proposta são os honorários de sucumbência: rendimentos pagos pela parte perdedora aos advogados vencedores. Hoje parte desses recursos sai de um fundo privado dividido entre cerca de 12 mil advogados públicos federais — a mudança pode mexer na renda e na dinâmica da carreira.

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O relator Pedro Paulo ainda não apresentou o texto final. Vem aí debates na Câmara, emendas e pressão de servidores, magistrados e sociedade. É momento para buscar regras que garantam transparência, justiça na distribuição e proteção aos direitos trabalhistas.

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Reflexão final: é possível conciliar valorização dos servidores e controle do gasto público. A diferença estará na qualidade da fiscalização e nas regras que evitem concentração e opacidade — isso define não só salários, mas a confiança na gestão dos serviços públicos.

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