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Resumo em 10 segundos

Relator exclui ponto controverso e mantém metodologia do custo de capital — respiração aliviada na B3, mas as questões estruturais continuam 🔍⚡

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Relator exclui ponto controverso da MP 1.304/2025 e mercado respira 🧵⚡️: a metodologia para determinar o custo de capital foi mantida — decisão vista positivamente por distribuidoras que atuam no Norte/Nordeste, como Equatorial, Energisa e Neoenergia.

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O que foi retirado? O relatório complementar apaga o trecho que gerava insegurança regulatória e pressão sobre o valuation das empresas. Em termos práticos: menos ruído sobre remuneração dos ativos e menor risco de ajuste abrupto nas expectativas de retorno.

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Quem ganha e por quê: distribuidoras do Norte/Nordeste tendem a se beneficiar porque a manutenção da metodologia preserva previsibilidade no custo de capital — fator-chave para financiar operação e expansão em regiões com desafios logísticos e sociais.

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Para investidores, a decisão reduz prêmio de risco imediato e volatilidade na B3, mas não elimina o risco regulatório de longo prazo. Bons sinais para crédito e capex, mas atenção: previsibilidade não é sinônimo de solução estrutural.

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Análise crítica: estabilizar a metodologia é positivo, porém a reforma precisa equilibrar retorno dos investidores com tarifas justas, direitos dos trabalhadores e investimentos em sustentabilidade. Transparência regulatória e fiscalização são essenciais.

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Reflexão final: a retirada acalma o mercado, mas a questão central segue — como garantir acesso mais barato e confiável nas regiões históricas de maior vulnerabilidade, ao mesmo tempo em que se atraem investimentos para a transição energética?

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