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Resumo em 10 segundos

Estudo aponta R$ 15 bi em economia entre 2022-24 — mas processos disparam e ganhos caem para R$ 699 mi em 2024 🧾⚖️

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Reforma trabalhista poupa cerca de R$ 15 bi entre 2022 e 2024, diz estudo da CNI/MBC/FGV — mas a litigiosidade voltou a crescer e pode corroer esse alívio 🧵

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Que números são esses? Em 2022 a economia estimada foi R$ 8 bi, em 2023 R$ 6 bi e em 2024 caiu para R$ 699 milhões. De jan a jun foram ajuizadas ~1,150 milhão de ações (≈1.150.000), ante 1,044 milhão no mesmo período — projeção anual: 2,3 milhões.

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Por que a litigiosidade voltou? Possíveis hipóteses: recuperação da atividade, maior informação dos trabalhadores, flexibilizações mal implementadas e incentivos para testar limites legais. Resultado: o chamado alívio institucional perde fôlego.

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Hora de questionar a métrica: o tal 'ganho para o setor produtivo' contabiliza apenas redução de custos diretos? E os custos sociais — perda de renda, precarização e impacto em demanda — estão sendo ignorados? Quem concentra esses ganhos — pequenas empresas ou grandes corporações?

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Implicações para empresas e investidores: curto prazo = menos despesa trabalhista; médio/longo prazo = maior risco jurídico, rotatividade e dano reputacional. Estratégia pragmática: investir em compliance, relações trabalhistas e diálogo social para reduzir litígios de forma sustentável.

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Reflexão final: reduzir custos via alteração de regras não é suficiente. Se a litigiosidade sobe, parte do 'alívio' virou adiamento de problema. Medir só R$ economizados não basta — precisamos avaliar justiça, inclusão e estabilidade do mercado de trabalho.

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