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Resumo em 10 segundos

A alíquota do novo IVA ainda não é oficial — e a disputa sobre ela já tomou conta da campanha. 🧾🗳️

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A reforma tributária entrou de vez na campanha eleitoral 🧾🗳️ A oposição acusa o governo de “esconder” a alíquota do novo IVA. O governo diz que o cálculo técnico sempre seria divulgado depois da eleição. 🧵

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O ponto central: a alíquota de referência da CBS, imposto federal que compõe o IVA Dual, ainda será calculada pela Receita Federal e pelo TCU. Ou seja: os percentuais em circulação são estimativas, não o número oficial.

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A estimativa mais recente do Comitê Gestor fala em IVA Dual de 27,91%: 9,21% de CBS + 18,70% de IBS, que será dividido entre estados, municípios e DF. Parece muito? É justamente aí que a briga política pega fogo.

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A oposição afirma que a taxa pode virar “a maior do mundo” e questiona por que a divulgação ficou para depois do pleito. Já o governo rebate: não houve atraso nem mudança de cronograma por causa das eleições.

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Flávio Bolsonaro chegou a defender suspender a reforma. Depois, Daniella Marques, da equipe econômica da campanha, ajustou o tom: defende manter a simplificação, mas fazer uma “reforma da reforma”.

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Traduzindo sem economês: há acordo de que o sistema atual é confuso, cheio de impostos sobrepostos e guerra fiscal. A divergência é sobre a execução — alíquota, exceções, tecnologia e como evitar que a conta pese mais para quem já vive no aperto.

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E 2027 está logo ali. Para funcionar de verdade, a reforma ainda depende de peças técnicas como split payment, integração de sistemas e regras para empresas. Sem clareza e transição bem feita, simplificar no papel pode complicar na vida real.

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No fim, a pergunta não é só “qual será a alíquota?”. É se o novo modelo vai entregar transparência, menos burocracia e uma cobrança mais justa — sem jogar o custo da mudança nas costas de trabalhadores, pequenos negócios e consumidores.

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E aí, o que você achou?

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