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Resumo em 10 segundos

Senadora que mexeu na regra de faltas vê casuísmo em Eduardo Bolsonaro ao virar líder da minoria — debate vira oportunidade de modernizar o Congresso ✨

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Mara Gabrilli, que mudou a regra sobre justificativa de faltas em 2015, critica manobra de Eduardo Bolsonaro para assumir a liderança da minoria e evitar cassação — ela chama o episódio de casuísmo e abre um debate importante 🗳️🧵

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Contexto rápido: em 2015, como 3ª secretária da Mesa, Mara implantou exigência de justificativa para faltas, mantendo exceções só para líderes e membros da Mesa. Ela diz que "botou ordem" numa prática desenfreada de ausências.

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Mara lembra que líderes têm prerrogativa desde 1997 por "natureza de suas funções" — mas questiona: faz sentido Eduardo usar isso agora, quando em 2015 não havia trabalho remoto nem o cenário atual de viagens internacionais? Hora de atualizar regras!

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Por que isso importa? Regras claras protegem a representatividade dos eleitores e a confiança nas instituições. Usos casuísticos minam a percepção de justiça — mas o debate também é uma chance para fortalecer transparência e igualdade de tratamento.

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Política prática: a manobra altera a dinâmica PL x PSD e acende discussões na Mesa e na comissão de ética. Expectativa otimista: com pressão pública e funcionamento institucional, erros podem virar aprendizado e aperfeiçoamento das normas.

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Histórico + futuro: prerrogativa de líderes existe desde 1997; a mudança de 2015 ajustou controles. Agora, com novas formas de trabalho e tecnologia, há espaço para modernizar normas, ampliar participação e tornar mecanismos mais transparentes.

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Reflexão final: mais do que disputa de gabinete, esse episódio é oportunidade. Regras atualizadas, fiscalização efetiva e participação cidadã podem fortalecer a democracia — transformar uma polêmica em avanço é sempre possível ✨

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