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Resumo em 10 segundos

Não é só papelada: o novo marco exige que empresas entendam, de verdade, o que acontece dentro da blockchain. ⛓️🇧🇷

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Bancos e exchanges têm um novo desafio cripto no Brasil: traduzir o “blockchainês” para as regras do Banco Central. ⛓️🇧🇷 E o prazo da primeira fase de autorização termina em 30 de outubro. 🧵

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Segundo Caio Mattos, CEO da NearX, não basta pagar custos, ter capital mínimo ou conhecer a norma. As empresas precisam enxergar tecnicamente cada operação e transformar isso em dados que o regulador consiga analisar.

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O ponto é que uma transação on-chain não é uma TED com roupa nova. Ela pode envolver endereços, várias redes, stablecoins, smart contracts, carteiras próprias e protocolos DeFi — tudo na mesma jornada.

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Para times de compliance vindos do sistema financeiro tradicional, a curva de aprendizado é grande. Uma movimentação que parece simples no extrato pode ter passado por diferentes ativos e protocolos antes de chegar ao destino.

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Daí o gargalo: identificar origem, destino e natureza dos recursos sem tratar toda atividade cripto como suspeita — nem deixar brechas para fraudes e lavagem de dinheiro. É equilíbrio fino, e tecnologia vai pesar muito.

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A saída, segundo a avaliação do setor, passa por ferramentas que leiam automaticamente dados on-chain. Depender de gente conferindo cada transação, além de caro, não escala num mercado que funciona 24 horas por dia.

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Regulação bem executada pode aumentar a confiança sem fechar a porta para inovação e acesso. O teste agora é ver se bancos, exchanges e o BC conseguem acompanhar uma tecnologia que não cabe nos velhos formulários.

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