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🎬 “Rehearsals For A Revolution” transforma memórias, exílio e resistência em uma das apostas mais fortes da corrida ao Oscar 2027.

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O Reino Unido escolheu “Rehearsals For A Revolution”, da cineasta iraniana Pegah Ahangarani, para disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional em 2027 🎬🧵

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É uma escolha que vai bem além da premiação: o filme acompanha Ahangarani no exílio, enquanto ela tenta reconstruir a vida e o trabalho criativo em Londres — sem deixar a história do Irã para trás.

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A narrativa junta cinco retratos de familiares e mentores com vídeos caseiros, arquivos pessoais, jornais, vozes gravadas e imagens de protestos. Memória íntima e memória coletiva andando lado a lado.

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O recorte atravessa mais de 40 anos da história iraniana, desde 1979 até os conflitos recentes. A ideia é mostrar um país marcado por repressão política, mas também por uma esperança persistente de mudança.

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O longa já chega forte na temporada: estreou em Cannes e levou o L’Oeil d’Or, prêmio máximo para documentários no festival. Depois, passou por Telluride e Toronto, recebendo bastante atenção.

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A Sony Pictures Classics vai lançar o filme nos EUA em janeiro de 2027, após sessões classificatórias em Nova York e Los Angeles. Distribuição importa: uma obra feita no exílio precisa conseguir alcançar públicos fora dos grandes circuitos.

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No fim, a indicação britânica coloca uma questão poderosa no centro do Oscar: quem pode contar a história de um país quando foi forçado a sair dele? Às vezes, preservar a memória já é uma forma de resistência.

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