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Investigação da Anistia Internacional aponta mortes, tortura e desaparecimentos em operações conjuntas. Justiça e proteção aos civis não podem esperar. 🌍

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Um novo relatório da Anistia Internacional denuncia graves crimes de guerra no Mali: civis teriam sido mortos e torturados em operações envolvendo as forças armadas malinesas e integrantes do Grupo Wagner. 🌍🧵

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A apuração documenta ao menos 34 mortes de civis em sete localidades, entre junho de 2023 e dezembro de 2025. Os casos ocorreram nas regiões de Ségou, Mopti e Timbuktu, próximas à fronteira com a Mauritânia.

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Segundo a Anistia, as vítimas não participavam das hostilidades. Algumas teriam sido baleadas enquanto fugiam ou após serem detidas; há relatos de tortura, desaparecimento forçado, saques e destruição de casas.

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Em Tin Adanda, na região de Timbuktu, quatro pessoas foram mortas em fevereiro de 2025 durante uma patrulha conjunta. Uma sobrevivente refugiada na Mauritânia relatou ter perdido dois filhos e um primo após eles serem detidos.

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O Grupo Wagner, empresa militar privada russa, atuou no Mali do fim de 2021 até junho de 2025, segundo o relatório. A investigação reforça uma questão central: forças estrangeiras precisam ter comando claro e controle público efetivo.

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A Anistia cobra investigações independentes, imparciais e eficazes. Responsabilizar os envolvidos é essencial para interromper ciclos de violência — e para que populações rurais tenham segurança, justiça e voz diante do conflito.

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Proteger civis não é um detalhe operacional: é uma obrigação do direito internacional. Transparência, apoio humanitário e instituições capazes de investigar abusos podem abrir caminho para uma paz mais duradoura no Mali. 🌍

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