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O SUV médio perdeu mais 3 cv para atender às emissões — mas a Renault ainda não mostrou o impacto no consumo. 🚗🌿

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O Renault Boreal terá 160 cv no Brasil — 3 cv a menos que antes — para se adequar ao Proconve L8. 🚗🌿 O torque segue em 27,5 kgfm. Mas a pergunta é: reduzir potência sem divulgar consumo e emissões é transparência suficiente? 🧵

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Não é a primeira queda: o 1.3 TCe entregava 170 cv no Captur em 2019, caiu para 163 cv com a produção nacional em 2025 e agora chega a 160 cv. Se o torque nunca mudou, o motorista perceberá algo no uso real?

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A Renault diz que o ajuste reduz poluentes no Boreal e na futura picape Niagara. Ótimo que a regra ambiental pressione a indústria — mas por que a marca ainda não informou quanto o SUV passa a emitir nem se beberá menos combustível?

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Vale separar os temas: a mudança não tem relação com limite de IPI, segundo a Renault. É resposta ao Proconve L8, programa que endurece o controle de poluição. A regulamentação está apenas “tirando potência” ou estimulando engenharia mais limpa?

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O motor é feito pela Horse em São José dos Pinhais (PR), joint venture de Renault e Geely com participação da Daimler no desenvolvimento. Essa cadeia global ajuda a trazer tecnologia — mas como garantir ganhos ambientais mensuráveis no mercado brasileiro?

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Com 4,56 m, entre-eixos de 2,70 m e porta-malas de 522 litros, o Boreal quer brigar forte entre SUVs médios. No fim, 160 cv ainda bastam para a categoria. A questão decisiva será outra: menos poluição virá acompanhada de dados claros ao consumidor?

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