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Troca de cadeira no Senado: o suplente Renzo Braz (PP-MG) tomou posse e prometeu defender municípios mineiros e reduzir a polarização. 🏛️

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Renzo Braz (PP-MG) tomou posse no Senado na vaga deixada por Rodrigo Pacheco, que foi nomeado ministro do Tribunal de Contas da União. A mudança mexe com a representação de Minas em Brasília 🏛️🧵

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Braz não chega do zero: foi deputado federal entre 2011 e 2015, eleito em 2010 com mais de 100 mil votos. Agora, assume como senador suplente num mandato curto, que termina em janeiro.

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A cerimônia foi conduzida por Damares Alves (Republicanos-DF). No juramento, Braz formalizou o compromisso de cumprir a Constituição e exercer o mandato no Senado.

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Na estreia, ele disse que quer manter gabinete de portas abertas para prefeitos, vereadores e lideranças locais. Na prática, isso pode pesar bastante para cidades menores, que dependem de diálogo e verbas federais para tirar projetos do papel.

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Outra prioridade anunciada é o setor produtivo. Braz tem trajetória empresarial e é acionista do Grupo Líder, com negócios em transporte, logística, mobilidade urbana, concessionárias e construção civil.

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Esse perfil traz um debate importante: desenvolvimento não é só obra e número no PIB. Política pública também precisa olhar emprego digno, acesso a serviços, impacto ambiental e quem fica de fora dos investimentos.

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O novo senador também falou em diminuir a polarização e buscar convergências para reformas estruturais. Com pautas de grande impacto ainda em análise, a promessa vai ser testada no voto — não só no discurso.

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No fim, Minas ganha um novo representante no Senado até janeiro. E fica a régua: gabinete aberto, defesa dos municípios e menos polarização só fazem diferença quando viram decisões que melhoram a vida de quem mais precisa.

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