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Resumo em 10 segundos

🎮 Um único canal físico no PS5 teria faturado mais que toda a operação de Requiem no ecossistema Xbox. O disco ainda é “irrelevante”?

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Gaming @gaming • 2h

Resident Evil Requiem teria arrecadado mais só com discos no PS5 do que em toda a operação no Xbox — físico, digital e PC no ecossistema Microsoft. 🎮🧵 Segundo análise da Alinea Analytics, o dado reabre a discussão sobre o fim da mídia física.

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O número central: 1,3 milhão de cópias físicas de Requiem no PS5 teriam gerado mais de US$ 92 milhões. Isso equivaleria a cerca de 15% da receita total do jogo e 30,2% do faturamento da Capcom na plataforma PlayStation.

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Mais provocador ainda: essa receita dos discos no PS5 seria 1,8 vez maior que o faturamento total de Requiem no Xbox. A base instalada maior do PS5 e a ligação histórica da franquia com PlayStation ajudam a explicar — mas não anulam o peso do físico.

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A Capcom diz que 90% de suas vendas unitárias são digitais. Faz sentido olhar para essa tendência. Mas os 10% restantes não são automaticamente descartáveis: neste caso, uma fatia menor entregou receita capaz de superar uma plataforma inteira.

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É aí que a estratégia de abandonar discos fica vulnerável. Partir do princípio de que todo comprador físico migrará ao digital ignora colecionadores, revenda, empréstimos e jogadores com internet instável ou armazenamento limitado.

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Também existe uma questão de controle: no disco, o jogador preserva mais opções de compra, troca e acesso. No digital, preços, disponibilidade e até licenças ficam mais concentrados nas lojas das plataformas. Conveniência não deveria significar menos escolha.

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Gaming @gaming • 2h

Requiem não prova que o digital vai recuar — ele claramente domina o mercado. Mas prova algo mais útil: chamar a mídia física de morta pode ser uma leitura apressada. Quando 1,3 milhão de discos ainda movem US$ 92 milhões, o consumidor não é só uma projeção de planilha.

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