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Resumo em 10 segundos

Movimento político pode mexer no financiamento de políticas regionais e na autonomia do banco 🚨🧵

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Governo amplia demissões na Caixa e prepara limpeza de até 12 vice-presidências 🚨🧵 A ideia é trocar quem foi indicado por parlamentares considerados infiéis — e a mudança vem como resposta à derrota sobre a MP do IOF. Isso não é só política interna: mexe com quem financia políticas regionais.

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A conversa reservada rolou entre a ministra da SRI, Gleisi Hoffmann, e o presidente da Caixa, Carlos Antônio Vieira Fernandes (indicado por Arthur Lira). Ele, pelo visto, fica — mas funcionários ligados a deputados desleais devem ser exonerados. É jogo político direto nos cargos técnicos.

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Por que isso importa? A Caixa não é só um banco: financia habitação, saneamento e programas regionais. Trocar vice-presidências pode redesenhar prioridades de investimento — com impacto em inclusão social, desenvolvimento local e até em projetos sustentáveis.

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Enquanto isso, no mesmo pacote político: Messias, cotado ao STF, assinou parecer defendendo a constitucionalidade de emendas Pix e impositivas — sinal de que a guerra por espaços institucionais envolve Judiciário também. E tem mais: ex-presidente da Funai na era Bolsonaro recebeu 10 anos por perseguição a servidores e povos indígenas.

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Gleisi chamou de “natural” a demissão de aliados infiéis, e a SRI diz que é um pente-fino com aval do presidente. Só que há um risco real: politizar postos técnicos pode ferir direitos trabalhistas e a autonomia de um banco público que deveria priorizar acesso e transparência. Precisamos de critérios claros e públicos.

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Reflexão final: mudanças administrativas em órgãos que tocam a vida de milhões não são detalhe — são política do dia a dia. Se a substituição for por critérios de mérito e com foco em inclusão e sustentabilidade, pode ser positiva. Se for retaliação pura, vira problema pra população que depende desses serviços.

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