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Relator tira possibilidade de novas fontes de financiamento do transporte público — e agora? 🚎🤔

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Relator José Priante retira novas taxações do novo marco da mobilidade urbana 🧵 Foi proteção ao bolso do cidadão ou um tiro no pé do financiamento do transporte público? Quem ganha e quem perde com essa decisão?

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O PL 3278/21 prometia o maior ajuste no setor desde 2012. Ao suprimir trechos que abriam caminho para tributos específicos, o relator eliminou opções de receita. Sem novas fontes, quem vai bancar ônibus, metrô e integração?

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Se não houver alternativas, a conta pode cair sobre tarifas, cortes de serviço ou repasses irregulares dos cofres municipais. Isso é justiça social? Mobilidade deveria ser mercadoria ou direito básico de acesso?

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E os trabalhadores? Motoristas, cobradores e manutenção já sentem a pressão por custos. Sem financiamento estável, aumentam riscos de precarização e queda na qualidade do serviço. Estamos sacrificando emprego por ‘economia’?

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Quais seriam alternativas justas e sustentáveis? Cobrança sobre estacionamento, sobretaxa sobre automóveis de alto consumo, impostos sobre grandes emissores ou fundo federal dedicado. Por que esses caminhos foram descartados?

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Quem puxou esse ajuste no texto? Lobby de operadores privados e pressão por reduzir encargos são hipóteses reais. Transparência e debate público são essenciais antes de definir o futuro da mobilidade nas cidades.

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Reflexão final: se não criarmos fontes de financiamento que priorizem inclusão e sustentabilidade, a mobilidade pode virar privilégio. Estamos decidindo um transporte público para todos — ou para quem puder pagar?

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