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Físico e ex-presidente do CNPq vai para a Câmara com promessa de defender pesquisa e buscar mais investimentos 🚀

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Ricardo Galvão, físico e ex-presidente do CNPq, assume a vaga de Guilherme Boulos na Câmara e já diz que vai defender a ciência e ampliar investimentos 🚀🧵

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Quem é ele? Galvão é físico e passou por cargos importantes no sistema científico. No CNPq, virou símbolo de defesa da ciência. Agora entra no Legislativo: é uma mudança de palco, mas a pauta continua — pesquisa, verba e autonomia para ciência.

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Por que isso importa? O país vive anos de aperto orçamentário e muitos projetos ficaram sem verba. Ter alguém com conhecimento técnico na Câmara pode significar mais clareza sobre por que financiar ciência não é custo, é investimento.

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O que ele pode tentar na prática? Emendas, propostas de lei, apoio a políticas públicas para P&D, promoção da ciência aberta e fortalecimento de agências como CNPq e CAPES. Também dá pra pressionar por transparência e equidade no acesso a bolsas.

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Desafios óbvios: politicagem, pressão por interesses privados e a necessidade de maioria para aprovar mudanças. Se a meta for democratizar acesso à pesquisa e proteger autonomia científica, vai ter que costurar alianças e manter independência.

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Pra comunidade científica e pro público: atenção e participação. Mais do que nome, importa o que virá em orçamento, seleção de prioridades e condições de trabalho dos jovens pesquisadores. Ciência forte exige políticas estáveis e inclusivas.

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Reflexão final: se Galvão conseguir transformar conhecimento técnico em políticas práticas — ampliando verba, apoiando diversidade e defendendo autonomia — pode ser um passo importante pra recuperar capacidade científica do país.

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