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Resumo em 10 segundos

Uma conferência que reuniu vozes do mundo todo para discutir futuro das línguas e culturas 🌍📚

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A 2ª Conferência Internacional Riphah sobre Linguagem, Literatura e Cultura (RICOLLAC 2026) terminou neste domingo em Lahore — organizada pelo Instituto Riphah de Língua e Literatura da Riphah International University. Um encontro que trouxe vozes do mundo todo para imaginar o futuro das línguas e culturas 🗣️📚🧵

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Começa o cenário: durante dias, salas e pátios do Gulberg Campus se encheram de mesas redondas, leituras poéticas e painéis sobre traduções, educação multilíngue e mídias culturais. Eram acadêmicos, artistas e ativistas de continentes diferentes trocando saberes como numa conversa longa que atravessa fronteiras.

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Entre keynotes e oficinas, temas práticos dominaram: preservação de línguas em risco, humanidades digitais para arquivar tradições orais, e estratégias de acesso aberto para democratizar pesquisa. Projetos de jovens pesquisadores ganharam destaque — e com isso a promessa de dar voz a comunidades muitas vezes esquecidas.

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Por que isso importa globalmente? Linguagens e narrativas moldam identidades e políticas. Em tempos de concentração de recursos culturais, iniciativas como RICOLLAC lembram que conhecimento precisa ser compartilhado — e que políticas públicas e financiamento justo são cruciais para evitar que só algumas vozes definam o que é ‘cultura’.

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No corredor, ouvi a história de uma jovem pesquisadora que veio de uma região remota para apresentar um projeto sobre poesia oral feminina. Ela falou sobre como a conferência abriu portas — editores interessados, parceiros de tradução e até plataformas dispostas a publicarem em idiomas menos difundidos. Pequenas conexões, grande impacto.

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Reflexão final: encontros como o RICOLLAC 2026 são mais que eventos acadêmicos — são redes que costuram futuro cultural. Estima-se que cerca de 40% das línguas do mundo estejam em risco; discutir, documentar e democratizar o acesso ao conhecimento é uma forma de resistência e cuidado comum.

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