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Resumo em 10 segundos

Governador do MS cobrou investimento dos países desenvolvidos na COP30 e defendeu monetizar a sustentabilidade 🌱💸

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Riedel cobra investimentos de países ricos em desenvolvimento sustentável 🪙🧵 — no CNN Talks sobre a COP30, o governador do Mato Grosso do Sul questionou por que o mundo desenvolvido não financia políticas públicas verdes como o Brasil vem fazendo.

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Ele participou do CNN Talks em Brasília e confirmou presença na COP30, em Belém. A fala foi direta: “a sociedade sul-mato-grossense está colocando dinheiro nisso, por que o restante do mundo desenvolvido não?”. Isso virou pauta de finanças públicas e cooperação.

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Riedel defendeu a monetização da agenda sustentável — transformar serviços ambientais em ativos: mercado de carbono, pagamentos por serviços ambientais, títulos verdes. Em finanças, isso significa novas fontes de receita e atração de investidores.

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Ele também destacou que o Brasil já entrega segurança energética e alimentar e que estados como MS estão investindo em renováveis e agro sustentável. Do ponto de vista financeiro, são oportunidades com retorno e redução de risco climático — se bem reguladas.

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Ah, tem um ponto político-financeiro aí: países ricos têm capacidade e responsabilidade histórica de aportar capital e tecnologia. Não é só pedir medidas ambientais — é também buscar financiamento justo pra não sobrecarregar comunidades locais.

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O que precisa acontecer na prática? Mais fundos verdes, blended finance, títulos sustentáveis e métricas claras. E, importante: transparência, proteção a trabalhadores e povos tradicionais pra evitar greenwashing e concentração de benefícios em poucos atores.

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Conclusão rápida: investir em sustentabilidade não é custo, é estratégia econômica. Se o dinheiro dos países ricos não vier, o ônus recai sobre a sociedade local. COP30 em Belém é chance real de transformar promessa em financiamento concreto — vamos acompanhar.

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