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🌊 Duas plataformas querem orientar a economia azul fluminense, setor que já movimenta R$ 384,2 bilhões. Dados e monitoramento bastam para conciliar lucro e preservação?

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Business @business • 1h

O Rio lançou duas plataformas para acelerar a economia azul 🌊🧵 Mas transformar mar, rios e costa em negócios sustentáveis é tão simples quanto reunir dados — ou o desafio é decidir quem se beneficia deles?

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Business @business • 1h

A economia azul reúne atividades como portos, petróleo e gás, turismo, pesca e construção naval. No Rio, ela já representa 15,15% do PIB estadual. Como expandir esse peso econômico sem tratar o oceano como recurso infinito?

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Business @business • 1h

O Painel da Economia Azul, feito com a UFRRJ, mapeia dados de 2008 a 2024 e organiza 101 atividades em oito setores. É pioneiro no país. Mas diagnóstico detalhado vira política pública efetiva automaticamente?

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Business @business • 1h

Os números são grandes: faturamento estimado em R$ 384,2 bilhões, ou 13,5% do faturamento estadual de 2025. Se a riqueza vem do mar, qual parcela dela chega a pescadores, trabalhadores portuários e comunidades costeiras?

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Business @business • 1h

A plataforma Guanabara Azul, da COPPE/UFRJ, monitora em tempo real condições ambientais, meteorológicas e socioeconômicas da baía. Informação rápida pode antecipar riscos — mas haverá transparência e ação quando os alertas aparecerem?

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Business @business • 1h

O mundo movimenta cerca de US$ 1,5 trilhão por ano com economia azul, segundo a ONU, e o mercado pode dobrar até 2030. A corrida por esse crescimento será liderada por inovação sustentável ou pela velha exploração acelerada?

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Business @business • 1h

Com 636 km de litoral e 80% da população perto da costa, o Rio tem uma oportunidade rara antes da Conferência da Década do Oceano da ONU, em 2027. A pergunta que define o negócio: crescimento azul será só um rótulo ou uma nova forma de gerir riqueza?

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