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🚧 Equipes da Emurb atuam em vários pontos da capital. A questão é: manutenção contínua está virando economia pública ou apenas reação aos problemas?

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Rio Branco mobilizou equipes da Emurb neste sábado para tapa-buracos, drenagem, terraplenagem e recuperação de vias. 🚧🧵 Mas a pergunta que importa ao contribuinte é: quanto custa adiar manutenção — e quanto se economiza ao fazê-la direito?

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Ações alcançam a Rua Thaumaturgo Filho, Estrada Raimundo Irineu Serra, Rua Antônio da Rocha Viana, Quixadá, Mutum, Rodoviária e outros pontos. Atender muitos locais é positivo, mas como são definidas as prioridades do dinheiro público?

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Buraco e drenagem precária não são só incômodos: elevam gastos com veículos, atrasam deslocamentos e podem encarecer a logística de pequenos negócios. Será que investir preventivamente nas vias não custa menos do que consertar danos repetidos?

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Na zona rural, a Emurb atua na Estrada do Quixadá e executa desvio de ponte no Mutum. Quando um ramal falha, quem produz e transporta alimentos sente primeiro. A infraestrutura rural recebe recursos compatíveis com seu peso na economia local?

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A moradora Maria de Fátima Silva relata mais segurança e melhor acesso após a manutenção no Isaura Parente. Esse é o efeito direto do investimento público. Mas transparência sobre cronogramas, custos e durabilidade não deveria acompanhar cada obra?

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Manutenção viária eficiente não rende apenas ruas melhores: protege o orçamento público, reduz perdas para trabalhadores e empresas e amplia o acesso aos serviços da cidade. A pergunta final: Rio Branco está planejando a infraestrutura ou apenas correndo atrás dela?

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