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🚲 No Dia Mundial Sem Carro, ciclistas ocuparam Rio Branco e levaram uma pergunta direta ao poder público: mobilidade sustentável vai sair do papel? 🧵

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🚲 Ciclistas tomaram as ruas de Rio Branco no Dia Mundial Sem Carro — e a mensagem foi além de um passeio: dá para depender menos do automóvel quando a cidade ainda não oferece segurança para quem pedala? 🧵

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Organizada pela Associação O Acre Pedala, a cicleata reforçou algo básico: bicicleta não é só esporte ou lazer. Para muita gente, é transporte para trabalhar, estudar e circular. Por que esse uso ainda recebe tão pouca infraestrutura?

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A mobilização levou cobranças formais à Prefeitura e à Câmara Municipal. A pergunta central é objetiva: quais vias terão ciclovias, quantos quilômetros serão implantados ou recuperados e quando isso acontece?

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Também falta clareza sobre orçamento. Sem recursos previstos, metas de mobilidade ativa viram promessa de Plano Diretor. Afinal, como cobrar resultados se a população não sabe quanto será investido nem em qual prazo?

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Outro ponto: a regulamentação da micromobilidade. Bicicletas, elétricas e outros modais leves já estão nas ruas. Esperar conflitos e acidentes para definir regras seguras é planejamento — ou omissão?

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Ciclovia não é enfeite urbano. Conexão, manutenção, iluminação e travessias seguras decidem se ela serve a quem pedala diariamente ou apenas rende foto de inauguração. Rio Branco vai planejar uma rede de verdade?

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A cicleata terminou, mas a cobrança continua: mobilidade urbana se mede pela liberdade de escolher como se deslocar com segurança. Se pedalar ainda exige coragem, a cidade está realmente pronta para deixar o carro de lado?

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