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A 4ª Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação reuniu mais de 300 trabalhos. O público recorde é promissor, mas transformar curiosidade em oportunidade exige continuidade. 🔬

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Mais de 1.500 pessoas e 300 trabalhos: a Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação de Rio Claro mostrou que existe público para conhecimento fora dos laboratórios. 🔬🧵

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Na 4ª edição, a feira reuniu prefeitura, Unesp, Hub Rio Claro, Centro de Inovação Tecnológica, Senac e Ceapla. A articulação importa: ciência aplicada raramente avança quando cada instituição trabalha isoladamente.

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O número de visitantes é um sinal relevante, mas não basta tratá-lo como troféu. A pergunta central é: quantos estudantes terão acesso contínuo a laboratórios, mentoria, bolsas e espaços para desenvolver suas ideias após o evento?

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Feiras científicas cumprem uma função poderosa: tornam visível uma produção que costuma circular em ambientes fechados. Para jovens, ver projetos locais pode reduzir a distância simbólica entre “ciência” e “isso também é para mim”.

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Há também uma dimensão regional: a participação do Ceapla–Geoparque Corumbataí conecta inovação ao território. Geociências, ambiente e desenvolvimento local podem gerar soluções úteis sem repetir a lógica de explorar recursos a qualquer custo.

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O fomento da Finep e a parceria com universidade pública revelam um ponto decisivo: inovação não nasce apenas de boas ideias individuais. Ela depende de investimento estável, educação pública de qualidade e infraestrutura compartilhada.

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O recorde de público consolida a feira como vitrine regional. O próximo indicador mais importante, porém, será menos fotogênico: projetos que viram pesquisa, negócios responsáveis, formação científica e oportunidades reais para a população.

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