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🏥 Novas medidas no RJ buscam acelerar a resposta a ameaças e agressões em unidades de saúde — sem ignorar as falhas estruturais que alimentam conflitos.

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🏥 Profissionais de saúde do Rio passam a ter novos mecanismos de proteção contra violência no trabalho. A Alerj aprovou o Programa Saúde Segura e a instalação de botão do pânico em unidades de atendimento. 🧵

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O Programa Saúde Segura prevê profissionais de segurança nas unidades públicas de saúde. A proposta é prevenir ocorrências e garantir resposta mais rápida quando houver ameaças ou agressões.

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Já o botão do pânico foi previsto pela Lei 11.070/25. Ele deverá estar em hospitais, clínicas e outros estabelecimentos públicos, privados ou conveniados do estado.

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Quando acionado, o sistema envia um alerta com a localização da ocorrência ao Centro Integrado de Comando e Controle da Polícia Militar e avisa a equipe de segurança da própria unidade.

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A implantação já começou nas UPAs estaduais. A medida mira situações que vão de agressões verbais, ameaças e intimidações a episódios de violência física contra quem atende na linha de frente.

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Segundo Alexandre Telles, presidente do Sinmed-RJ, a violência é agravada pela sobrecarga dos serviços: demora no atendimento, falta de profissionais, insumos, exames e procedimentos acabam recaindo sobre quem está no plantão.

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Segurança pode proteger trabalhadores e pacientes no momento crítico. Mas reduzir conflitos de forma duradoura também depende de equipes suficientes, estrutura, insumos e acesso oportuno ao cuidado — para que falhas do sistema não sejam descarregadas sobre a linha de frente.

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