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🩺 Um acordo no Rio de Janeiro une Saúde e Polícia Penal para ampliar o cuidado dentro das prisões — da tuberculose à saúde mental.

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Rio de Janeiro firmou uma parceria inédita entre a Secretaria de Saúde e a Polícia Penal para reforçar o atendimento médico de pessoas privadas de liberdade. 🩺🧵 O foco inclui tuberculose, outras infecções e saúde mental.

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Na prática, o pacto prevê gestão compartilhada de duas unidades: o Sanatório Penal, em Bangu, e o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico Henrique Roxo, em Niterói. A vigência inicial pode chegar a 60 meses.

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Por que isso importa? Prisões têm maior risco de transmissão de doenças como a tuberculose: ambientes fechados, superlotação e diagnóstico tardio podem acelerar contágios. Detectar e tratar cedo protege internos, trabalhadores e toda a comunidade.

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A proposta vai além da atenção primária. Equipes multidisciplinares deverão oferecer cuidado preventivo, diagnóstico, tratamento e acompanhamento, com atendimento humanizado. Saúde mental também entra como eixo central, seguindo diretrizes do CNJ.

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A divisão de tarefas é direta: a Saúde fica com profissionais, medicamentos, insumos, equipamentos e rotinas assistenciais. A Polícia Penal mantém segurança, custódia, escoltas, acesso e manutenção das estruturas físicas.

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O governo espera agilizar diagnósticos, padronizar o atendimento e reduzir transferências para hospitais externos. Isso pode diminuir escoltas e preservar leitos fora do sistema prisional para a população — sem transformar o direito à saúde em privilégio.

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A lição é simples: saúde prisional é saúde pública. Quando o tratamento alcança quem está sob custódia do Estado, reduz-se sofrimento evitável e também o risco de doenças atravessarem os muros das unidades.

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