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Resumo em 10 segundos

🧠 Ciência, dados e escuta de moradores entram na mesma sala para enfrentar desafios históricos da segurança no Rio.

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O Rio vai reunir pesquisadores, policiais, promotores, empresas de tecnologia e moradores para estudar, com método, os territórios sob domínio do tráfico e das milícias. É a estreia do LIIPE-RJ — e a aposta é ambiciosa: transformar evidência em política pública. 🧠🧵

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O Laboratório de Inovação em Inteligência Pública Estratégica nasce no Instituto de Segurança Pública (ISP). A ideia central é simples e poderosa: problemas complexos raramente têm solução quando cada setor trabalha isolado.

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O primeiro tema será a ADPF 635, conhecida como “ADPF das Favelas”, em análise no STF. O debate envolve os limites da atuação policial em comunidades — um campo em que dados confiáveis, transparência e avaliação de impacto podem salvar vidas.

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Até outubro, serão dez oficinas sobre desafios distintos. Ao final, os achados devem virar o Caderno de Diagnósticos Estratégicos, com recomendações para a próxima gestão estadual. Registrar conhecimento é essencial para ele não desaparecer a cada troca de governo.

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Há um ponto científico importante aqui: colocar saber acadêmico, experiência profissional e vivência dos moradores lado a lado melhora a qualidade das hipóteses. Quem vive os efeitos das políticas também enxerga variáveis que planilhas não capturam.

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O teste real será converter diagnóstico em ação mensurável: metas públicas, dados abertos, proteção de direitos e avaliação contínua do que funciona. Se houver continuidade, o laboratório pode ajudar o Rio a trocar improviso por aprendizado institucional.

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